Arquivos para a Categoria ‘Flora’

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À volta de uma flor III | Around a flower III

15 Setembro, 2009

09.09.15.01 Agapanthus

Agapanthus

09.09.15.02 Agapanthus

Agapanthus

09.09.15.03 Agapanthus

Agapanthus

09.09.15.04 Agapanthus

Agapanthus

09.09.15.05 Agapanthus

Agapanthus

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À volta de uma flor II | Around a flower II

15 Junho, 2009

06.01 Agapanthus # 06

Agapanthus

06.02 Agapanthus # 09

Agapanthus

06.03 Agapanthus # 10

Agapanthus

06.04 Agapanthus # 12

Agapanthus

06.05 Agapanthus # 24

Agapanthus

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À volta de uma flor I | Around a flower I

1 Fevereiro, 2009

Luz e uma flor, um jardim.

Não é o milagre das rosas mas o milagre da fotografia. Uma simples flor,  esta ou outra qualquer, transforma-se com a luz, com o ponto de vista e com o tempo.

Anda-se em redor desta ou daquela mas sempre de uma de cada vez. Hoje de manhã e amanhã à tarde. A semana passada com uma de tons mais quentes, perdida que está a verdura dos primeiros tempos, e que vai suavemente estiolando.

Na próxima semana com uma jovem,  ainda em botão, que vai desabrochar mais tarde. E assim se constrói um jardim. De flor em flor, de vista em vista, de real em imaginário e de imaginário em real.  Sem se dar por isso surgem várias dezenas de fotografias e de flores. Em alguns casos até se duvida que sejam da mesma espécie. Noutros se são mesmo flores. Mas são. Certamente híbridos pertencentes ao género Agapanthus. A forma pode estar alterada. Os contornos podem não corresponder à imagem a que estamos habituados.

Como dizia Man Ray a propósito das suas célebres fotografias sem câmara a que chamou “Rayogramas”: Tudo pode ser transformado, deformado e eliminado pela luz. Ela é flexível como o pincel….. É a luz quem cria”. No meu caso a câmara e a objectiva são indispensáveis. Por outro lado não trago as flores para casa. Vou ao local onde nasceram e desabrocharam. De cada clique nasce uma fotografia que mais tarde pode vir a ser eliminada. Não há sobreposições ou fotomontagens tanto digitais como analógicas.

Para os descrentes, e que têm todo o direito de assim permanecerem, apenas me ocorre argumentar, ressalvada a devida notoriedade, com a citação do fotógrafo e colunista Dewitt Jones na revista Outdoor Photographer de Novembro de 2008:  ”Everyone discusses my art and pretends to understand as if were necessary to understand,when it is simply necessary to love”.


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I – Agapanthus

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II – Agapanthus

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III – Agapanthus

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IV – Agapanthus

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V – Agapanthus


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Orquídeas | Bee orchids

15 Agosto, 2008

Apresentamos nesta edição duas orquídeas do género Ophrys, aquelas cujas flores configuram insectos. Uma era conhecida por Ophrys ciliata e a outra por Ophrys vernixia.

Recentemente passaram a ser, respectivamente, Ophrys speculum subsp. speculum e Ophrys speculum subsp. lusitanica. A primeira tinha o designativo “ciliata”, porque apenas se lhe conhece um insecto polinizador, a vespa Campsoscolia ciliata.

1 – OPHRYS SPECULUM SUBSP. SPECULUM

A relação entre o insecto e a orquídea foi descoberta em 1916 no Norte de África e tem sido um dos casos mais estudados da polinização através da chamada pseudocópula. Posteriormente veio-se a descobrir que a flor além de imitar a forma do insecto segrega odores, as feromonas sexuais, idênticas às da fêmea da vespa. Isto até parece ficção. Para acentuar o efeito de toda a artimanha convém referir que os machos da vespa nascem antes das fêmeas pelo que há um período de tempo em que todo o instinto reprodutivo se concentra na orquídea. Speculum em latim significa espelho ou imagem. De facto o labelo azul de ambas as subespécies é altamente reflector assemelhando-se neste aspecto a um espelho. Também ambas têm áreas de distribuição mediterrânica. A O. speculum subsp. speculum está muito mais disseminada podendo ser encontrada desde Portugal até algumas ilhas da Grécia. Está protegida em toda a França. A O. speculum subsp. lusitanica tem a sua área de distribuição limitada à Península Ibérica e em Espanha apenas foi referenciada nas províncias de Córdoba e Málaga.

2 - OPHRYS SPECULUM SUBSP. LUSITANICA

Nem uma nem outra são consideradas orquídeas raras. Mas sendo a subespécie lusitanica principalmente portuguesa não mereceria ser protegida, ao menos por lei? Claro, estou a ser um sonhador. Se nem as espécies raras são protegidas…

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Flora do Parque Biológico de Gaia

28 Fevereiro, 2008
Clique nas Fotos

Quando há um percurso pré-definido e se tem como principal objectivo fotografar animais, designadamente aves, não é fácil nem apropriado captar imagens de plantas e flores. Embora se possa dispor de um bom zoom o tipo de fotografia é muito diferente e em muitos casos exige a mudança da objectiva. Para aqueles que como nós gostam de usar objectivas de focal fixa essa mudança é quase sempre obrigatória. Por outro lado a fotografia de flora tem um ritmo diferente da fotografia de animais. Será muito bom fotografar uma ave em voo batida pelo vento mas será péssimo, a não ser que se pretenda algum efeito especial, fotografar uma flor nessas condições. Assim para minimizar estas diferenças e rentabilizar o tempo disponível tivemos de estabelecer uns períodos de tempo só para fotografia de flora e outros só para fotografia de animais. Claro que pelo meio daqueles podem perder-se grandes oportunidades de fotografar uma ave que até aí não tinha aparecido. Uma solução para ultrapassar todos os “contra” enunciados, e geralmente adoptada pelos fotógrafos profissionais, é a do transporte de dois conjuntos câmara-objectiva montados e prontos a serem utilizados, um para a fotografia de animais e o outro para a de flora e paisagem. Depois de toda esta explanação é fácil de entender que nesta visita ao Parque Biológico de Gaia não fotografamos nem muitas plantas, nem muitas flores. Foi nas margens do Rio Febros que encontramos as melhores imagens algumas das quais estão nas seis fotografias seguintes.


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