Archive for the ‘Água’ Category

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A água e a luz V |The water and the light V

15 Novembro, 2013
A Água e a Luz

A Água e a Luz

 

A Água e a Luz

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A Água e a Luz

A Água e a Luz

 

A Água e a Luz

A Água e a Luz

 

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A Água e a Luz | The Water and the Light

20 Agosto, 2013

Estamos na quinta edição deste tema. Sobre as quatro imagens salientemos o facto de apresentarem cores completamente distintas. A primeira com reflexos de património construído é a única que reflecte a cor azul do céu. Na segunda a água estava coberta pela copa de uma árvore e com a vegetação envolvente os reflexos são predominantemente verde escuros.

Saltemos para a quarta imagem onde a profundidade da água é tão pequena que o que se vê são as pedras de cor ocre e os reflexos de raios de luz prolongados pela corrente.

A terceira imagem foi captada sobre um curso de água a partir de uma antiga ponte no troço rodoviário de Vilar Formoso para a Guarda. A água quase estagnada e a céu aberto devia reflectir a cor azul do céu. Mas não. O que eu vi foi uma cor verde metalizada e com manchas pretas. A poluição química deve ter alterado o fenómeno óptico da reflexão.

 

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Reflexos

 

 

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Reflexos

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Reflexos

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Reflexos

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A Água e a Luz IV | The Water and the Light IV

15 Janeiro, 2013

A última edição deste tema ocorreu em 15 de Novembro de 2011 e as imagens foram captadas em praias do Sul de Portugal.

Reparem nas quatro imagens desta edição. Nas duas últimas predomina a cor azul. Porque será?

Se a água tem uma superfície e uma profundidade para formar um espelho ela terá de reproduzir o que tem à sua frente. Neste caso o azul do céu. Nas duas primeiras as cores são totalmente diferentes devido à presença, num caso de construções e no outro de água sem profundidade e com forte corrente.

Já por diversas vezes manifestei o grande prazer que sinto em identificar e captar estas imagens. São verdadeiras obras de arte que nos são oferecidas por uma artista de excepção,a mãe natureza. Como é óbvio há dois elementos essenciais na sua génese, a água e a luz. Ao fotógrafo compete escolher o local, a hora e o ponto de vista que materialize a sua sensibilidade artística. O que já não é pouco.

Reflexos

Reflexos

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Reflexos

Reflexos

Reflexos

Reflexos

Reflexos

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A Água e a Luz III | The Water and the Light III

15 Novembro, 2011

Nesta terceira edição a água é salgada. É água do mar.

Na segunda e terceira imagens ela já não é visível porque se evaporou ou se infiltrou na areia. Todas elas foram captadas em período de férias. Já por diversas vezes me tinha arrependido de não levar para a praia a máquina fotográfica. É entre a praia-mar e baixa-mar, mais perto desta do que daquela, que a natureza, neste caso a água das ondas na fase de recuo, imprime na areia imagens de grande beleza. Não é cómodo levar para a a praia o equipamento fotográfico. Ao mencionar “equipamento” refiro-me não só à câmera e à objectiva (de preferência um zoom) ,mas também ao tripé. Mas porquê o tripé, é mesmo necessário? É.

Já ouviram falar da “twilight”, aquela luz crepuscular que surge meia-hora antes do nascer do Sol e volta a sugir após o seu ocaso por outro período de meia-hora? Muitos fotógrafos consideram que é nestes dois pequenos períodos que geralmente ocorre a melhor luz para a fotografia. Mas há mais dois períodos. Um na primeira meia-hora de luz do Sol e outro na última meia-hora, a que antecede o pôr do Sol. Para fotografar os desenhos na areia prefiro estes dois últimos  periodos. A luz é suave e de cores quentes. Outro factor determinante é ser razante. Ao projectar sombras em qualquer saliência da areia dá maior volume ao desenho e fá-lo ressaltar do meio envolvente.
Os americanos designam este efeito por “pop up”.

Mas então onde é que aparece o tripé? O tripé tem de estar sempre presente. A luz é fraca e os pontos dominantes escasseiam ou não existem. Se queremos todo o objecto nítido é necessário uma velocidade lenta e uma abertura pequena (f de valor alto) para uma boa profundidade de campo. Isto só se consegue com a câmera num suporte estável. Não havendo ponto dominante o tripé tem de ser colocado na altura máxima. Ah e a sensibilidade, o ISO !!!? Em alguns casos podemos ser tentados a aumentá-lo, especialmente se houver muito vento, mas temos de estar conscientes da degradação da qualidade da imagem.

A água e a luz

A água e a luz


A água e a luz

A água e a luz

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A água e a luz II | The water and the light II

1 Março, 2011

Esta secção teve a sua primeira versão em 1 de Abril do ano passado. Desta vez as imagens são completamente diferentes e são daquelas que acolhem as minhas preferências.  Se estivermos perto de uma superfície líquida a céu aberto há um outro mundo junto de nós ao qual muitas vezes não damos importância ou que nem sequer notamos. É o mundo do avesso,um mundo quase duplicado do original, com imagens perturbadas pelo movimento da água,pelas alterações da luz incidente e que também varia com o local do ponto de vista.

Ao longo da história da fotografia vários fotógrafos usaram espelhos especiais para obterem imagens deturpadas, exóticas e que desafiam a lógica do movimento e das formas do mundo natural. No extremo alguns pretenderam e conseguiram atingir a abstracção. Nas margens das grandes superfícies líquidas também se conseguem idênticos resultados. Talvez por isso se chamem espelhos de água. Mas, quase sempre,espelhos especiais.

Observemos a terceira imagem abaixo. Sem legenda ninguém é capaz de identificar que foi captada na Serra da Estrela, no Covão da Ametade. É este desprendimento do lugar, da sua localização, da origem geográfica que me cativa e me leva a explorar todas as oportunidades. Esta imagem podia ser de qualquer outro lugar. É uma imagem da Terra. Na base desta interpretação está a minha tendência para a abstracção depois de percorrer por um longo período e com insistência as imagens nítidas,os retratos físicos da Natureza e dos seus agentes. Quando o mundo real começa a não satisfazer as nossas ambições estéticas dá-se a fuga para o outro, o irreal, o da ficção. E quando conseguimos estar ao mesmo tempo num e noutro e não divisamos as suas fronteiras então teremos atingido um patamar de excelência.

 

Reflexos I

Reflexos II

Reflexos III

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A água e a luz | The water and the light

1 Abril, 2010

Nesta secção todas as imagens terão dois elementos comuns: a água e a luz. A luz é inerente à própria fotografia. Faz parte de todas as fotografias. Sem ela não há fotografia. Mas aqui teremos luz directa, reflectida, diurna,artificial, enfim, qualquer tipo de luz. Por sua vez a água pode ser doce ou salgada e no estado sólido ou no estado líquido. Desde que a imagem meta água – expressão sempre traiçoeira – já fica bem nesta secção.

Para exemplificar o que acabámos de escrever começamos com uma imagem de um final de dia de Verão na praia da Arrifana seguida de uma nocturna do rio Gilão em Tavira e concluímos com uma de Inverno na Serra da Estrela.

Arrifana

Tavira

Serra da Estrela

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