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Graciphoto 43

10 Outubro, 2013

 

13.10.10 Graciphoto 43

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Padrões, texturas e outras arquitecturas IV | Patterns, textures and other architectures IV

1 Outubro, 2013
O mistério da casa amarela

O mistério da casa amarela

13.10.01.02 Acupunctura mural

Acupunctura mural

13.10.01.03  Arquitectura palafita

Arquitectura palafita

13.10.01.04 Arquitectura estilo maço de calceteiro

Arquitectura estilo maço de calceteiro

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FloraVisão VIII | FloraVision VIII

15 Setembro, 2013

 

Floracrocodilo

Floracrocodilo

Florasombra

Florasombra

Floracandeeiro

Floracandeeiro

Florasserrote

Florasserrote

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Graciphoto nº 42

10 Setembro, 2013

13.09.10 Graciphoto 42

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Orquídeas | Orchids – Dactylorhiza insularis

1 Setembro, 2013

Segundo Daniel Tyteca esta é uma das mais raras e mais recentes orquídeas do nosso território. Foi descoberta em 1989 pelo Prof. Sampaio Franco na Serra de Montejunto e durante quase meia dúzia de anos manteve-se como única população com a agravante de o número de plantas ter decrescido de ano para ano. Mas, segundo Tyteca, em 1995 na mesma Serra foi descoberta nova população (12 plantas) com a particularidade de oito delas não apresentarem quaisquer manchas vermelhas no labelo.

Posteriormente veio-se a saber que em 1994 foi referenciada a existência desta orquídea na Serra da Nogueira, Bragança e também um pouco mais a Sul na alfubeira do Azibo, Macedo de Cavaleiros.

Seguem-se algumas imagens da Dactylorhiza insularis, com e sem manchas no labelo, todas captadas na Serra de Montejunto.

13.09.01.01 D insularis

Dactylorhiza insularis

13.09.01.02 D insularis

Dactylorhiza insularis

13.09.01.03 D insularis

Dactylorhiza insularis

13.09.01.04 D insularis

Dactylorhiza insularis

13.09.01.05 D insularis

Dactylorhiza insularis

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A Água e a Luz | The Water and the Light

20 Agosto, 2013

Estamos na quinta edição deste tema. Sobre as quatro imagens salientemos o facto de apresentarem cores completamente distintas. A primeira com reflexos de património construído é a única que reflecte a cor azul do céu. Na segunda a água estava coberta pela copa de uma árvore e com a vegetação envolvente os reflexos são predominantemente verde escuros.

Saltemos para a quarta imagem onde a profundidade da água é tão pequena que o que se vê são as pedras de cor ocre e os reflexos de raios de luz prolongados pela corrente.

A terceira imagem foi captada sobre um curso de água a partir de uma antiga ponte no troço rodoviário de Vilar Formoso para a Guarda. A água quase estagnada e a céu aberto devia reflectir a cor azul do céu. Mas não. O que eu vi foi uma cor verde metalizada e com manchas pretas. A poluição química deve ter alterado o fenómeno óptico da reflexão.

 

13.08.15.01

Reflexos

 

 

13.08.15.02

Reflexos

13.08.15.03

Reflexos

13.08.15.04

Reflexos

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Graciphoto 41

10 Agosto, 2013

 

13.08.10 Graciphoto 41

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